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	<title>Escola Satélite :: Sinal de Qualidade</title>
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		<title>Gestão de Combate a Pobreza</title>
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		<pubDate>Wed, 23 Nov 2011 19:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
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		<description><![CDATA[PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU – ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E ESTRATÉGIAS DE COMBATE A POBREZA Justificativa A análise da trajetória das políticas sociais no Brasil mostra que nunca se deu ênfase particular a uma política nacional de erradicação &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/combatepobreza/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="nav-curso">
                <a href="#o-que-e"><span>O que é</span></a>
                <a href="#cronograma"><span>Cronograma</span></a>
                <a href="#metodologia"><span>Metodologia</span></a>
                <a href="/polos/?curso=28""><span>Onde</span></a>
                <a href="/polos/?curso=28"><span>Inscrições</span></a>
            </div>
            <div class="clear"></div>
<h3>PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO <em>LATO SENSU</em> – ESPECIALIZAÇÃO EM GESTÃO E ESTRATÉGIAS DE COMBATE A POBREZA</h3>
<h3><strong>Justificativa</strong></h3>
<p>A análise da trajetória das políticas sociais no Brasil mostra que nunca se deu ênfase particular a uma <strong>política nacional de erradicação da miséria e da extrema pobreza</strong>. De certa forma, a realização de programas e projetos tem-se limitado a um movimento que se conhece no Brasil como Gestão Diária da Pobreza. Mesmo com políticas públicas consolidadas e avançando de forma continuada, desde o final dos anos 80, é importante destacar que ainda temos no Brasil o duro cotidiano de uma população que tem um padrão de vida marcado pelos símbolos da miséria e da extrema pobreza.</p>
<p>Segundo o Ministério do Desenvolvimento Social, temos no Brasil, em 2011, cerca de 17 milhões de brasileiros vivendo abaixo da linha média da pobreza (R$ 70,00 mensais <em>per capita</em>). Essa população tem sido chamada &#8220;os invisíveis das políticas públicas”.</p>
<p>De acordo com o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento), o Brasil tem um IDH (Índice de Desenvolvimento Humano) de 0.718, ocupando um lugar bastante desconfortável: 84ª posição num universo de 188 países. Quando o estudo é baseado em <span style="text-decoration: underline;">desigualdade</span>, o IDH é ajustado para menor, e o Brasil para a ocupar o 97º lugar no Ranking dos Países.</p>
<p>A pobreza se explica para além da ausência de renda e durante 15 anos o Brasil acreditou que ela seria superada apenas com programas de transferência de renda, sem levar em conta um conjunto de ausências/privações sociais da população, tais como educação, saúde, habitação, padrão de vida e trabalho. O PNUD estabeleceu, em 2010, o conceito de Pobreza Multimensional criando um novo índice, o IPM (Índice de Pobreza Multimensional) para definir efetivamente a pobreza e, sobretudo, identificar os pobres.</p>
<p>Nesse quadro, o Governo Federal lançou, em 2011, o programa “Brasil sem Miséria” com objetivos sólidos de erradicar a miséria e a extrema pobreza, no país, até o final de 2014. O programa Brasil Sem Miséria teve adesão de todos os estados brasileiros e de muitos municípios, com a criação de programas estaduais e locais em articulação com o programa nacional.</p>
<p>Apesar dessas iniciativas, temos uma enorme carência de metodologias e práticas sociais que organizem, de fato, um fazer social verdadeiramente comprometido com a <span style="text-decoration: underline;">superação da miséria e da extrema pobreza</span>. O país ainda tem políticas públicas mal articuladas e com tão baixa integração que uma mesma família pode ter alta privação social em educação e, ao mesmo tempo, baixa privação em saúde. Assim, os novos programas de combate à pobreza devem basear-se na idéia de que <span style="text-decoration: underline;">a pobreza é multidimensional</span> e que a <span style="text-decoration: underline;">travessia da exclusão para uma inclusão social sustentável</span> passa diretamente pela organização de uma agenda social capaz de reorganizar e ressignificar as privações/desproteções sociais de uma família.</p>
<p>O curso que ora se oferece aos trabalhadores e aos gestores de políticas sociais tem como diferenciais: (i) oportunidade de interação em tempo real com especialistas reconhecidos em todo o país; (ii) acesso fácil e aberto a uma ampla gama de participantes geograficamente dispersos; (iii) acompanhamento pedagógico durante todas as atividades do curso; (iv) avaliação permanente de Indicadores Sociais; (v) avaliação continuada dos programas federal, estaduais e municipais de combate à pobreza; (vi) organização de um projeto local de combate à miséria e à extrema pobreza.</p>
<p>O curso, oferecido está rigorosamente respaldado na legislação federal e oferece oportunidade ímpar de responder ao desafio da formação, com qualidade, de um grande número de profissionais geograficamente dispersos.</p>
<p>Sem dúvida o curso oferecerá uma inovadora metodologia de avaliação, diagnóstico e enfrentamento de privações/desproteções sociais, visando à construção de programas e projetos articulados e integrados para o combate à pobreza.</p>
<h3><strong>Público Alvo</strong></h3>
<p>O curso destina-se a trabalhadores do Suas, do SUS, da educação e a todos que participem de programas de transferência de renda e de combate à pobreza, bem como aos gestores municipais e estaduais de políticas públicas.</p>
<h3><strong>Objetivo Geral</strong></h3>
<p>Desenvolver conhecimentos históricos, teóricos, metodológicos, técnicos e operacionais que contribuam para a formação dos gestores, pesquisadores e trabalhadores sociais envolvidos com programas nacionais, estaduais e municipais de combate à pobreza e à extrema miséria.</p>
<h3><strong>Objetivos Específicos</strong></h3>
<ul>
<li>Desenvolver conhecimentos por meio de aportes teóricos e instrumentais sobre indicadores sociais e sobre conceituação de pobreza.</li>
<li>Apresentar e discutir o programa federal “Brasil sem Miséria”, com as oportunidades e ferramentas que propicia para o combate à pobreza no Brasil.</li>
<li>Desenvolver habilidades para o exercício das funções de gestor e de trabalhador social, relacionadas à concepção e ao uso de ferramentas para identificar e diagnosticar problemas e propor soluções criativas em áreas críticas, em conformidade com a realidade da pobreza local e municipal, de modo a ampliar a capacidade de resposta da população.</li>
<li>Contribuir para a organização de uma Rede de Gestores e Trabalhadores articulados e comprometidos com a estratégia nacional de erradicação da extrema pobreza, até 2015.</li>
</ul>
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<h3><strong>Currículo</strong></h3>
<p><strong>Módulo 1</strong></p>
<p><strong>M1 D1</strong><strong>: Pobreza: Concepções e definições </strong></p>
<p>Ementa: Apresentação dos indicadores sociais internacionais e nacionais que definem pobreza. Entendendo a pobreza para além da renda. O conceito de Pobreza Multimensional.</p>
<p><strong>M1 D2: Busca Ativa </strong></p>
<p>Ementa: Estratégias de identificação dos pobres e miseráveis.<br />
Avaliação do Indicador de Pobreza Multidimensional &#8211; IPM (PNUD/ONU).<br />
Articulação da Busca Ativa ao programa Brasil sem Miséria e aos programas<br />
estaduais e municipais de combate à pobreza.</p>
<p><strong>M1 D3: Políticas Públicas 1 &#8211; Conceitos básicos e modelos de análise</strong></p>
<p>Ementa: Conceitos de política pública. Características e elementos principais das políticas públicas. Classificações das políticas públicas. A dinâmica das políticas públicas. Conceitos e classificações de políticas sociais. Modelos de análise de políticas públicas e sociais: sistêmico; institucional; pluralista; elitista; escolha racional; jogos; incremental; processual. Etapas da construção de políticas públicas.</p>
<p><strong>M1 D4: Políticas públicas 2: Ciclo e avaliação das políticas públicas </strong></p>
<p>Ementa: O ciclo das políticas públicas: visão clássica; visão do <em>policy cycle</em> como um processo simples e linear; a implementação como “formulação em processo”; o <em>policy cycle</em> como aprendizado: <em>stakeholders</em>, nós críticos e redes complexas. Conceito de avaliação de políticas públicas. Objetivos. Classificação quanto a: momento da realização; procedência dos executores; aspectos do programa. Pressupostos da avaliação de eficiência e de eficácia: modelos analíticos, diagnósticos, indicadores e sistemas de informação. Etapas da avaliação. Modelos de avaliação: pesquisa em Ciência Social: por objetivos; “caixa preta”; naturalista ou qualitativo.</p>
<p><strong>Seminários Temáticos M1</strong><strong></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A) Políticas Socioassistenciais Recentes no Brasil &#8211; O Papel do MDS </span></p>
<p>Ementa: Retrato da Construção do MDS, Suas, Sesan, Bolsa Família e do programa Brasil sem Miséria.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">B) Metas do Milênio e combate à pobreza</span></p>
<p>Ementa: As oito metas pactuadas em 2000, na ONU. Resultados parciais no Brasil, no nível federal e nos Estados. Probabilidade de cumprimento das metas em todos os estados brasileiros. Desafios que ficam para depois de 2015. Relação entre o cumprimento das oito metas e a solução do problema da miséria e da extrema pobreza no Brasil.</p>
<p><strong>Modulo</strong><strong> 2</strong></p>
<p><strong>M2D1: Políticas Sociais e Erradicação da Pobreza</strong></p>
<p>Ementa: Concepções de pobreza: a visão moral e o viés punitivo; a visão estrutural e a abordagem da proteção social. Modelos de proteção social: liberal; corporativo, meritocrático ou particularista; sistema de bem-estar universal. Benefícios contributivos e não contributivos, com as respectivas visões sobre a pobreza. Programas de transferência de renda. Proteção social na América Latina e no Brasil. Programas de Transferência Condicionada de Renda. O programa Bolsa Família.</p>
<p><strong>M2 D2: Programas Nacionais de Combate à pobreza </strong></p>
<p>Ementa: A concepção descontinuada de programas nacionais de combate à pobreza no Brasil. Principais programas desde os anos 80: avaliação de propostas, desafios, estratégias, erros e acertos.</p>
<p><strong>M2 D3: Programa Brasil sem Miséria I</strong></p>
<p>Ementa: Concepção do programa federal e seus eixos de atuação: aumento das capacidades e oportunidades através da garantia de renda; inclusão produtiva; e acesso a serviços públicos, com a perspectiva de elevação da renda per capita e de aumento das condições de bem-estar.</p>
<p><strong>M2 D4: Programa Brasil sem Miséria 2 </strong><strong></strong></p>
<p>Ementa: Avaliação do Programa nos municípios e estados e sua articulação com as políticas de saúde, educação, assistência social, habitação e trabalho e renda. Combate à pobreza como um pacto social que exige ampla articulação das políticas setoriais. O contexto do programa Brasil sem Miséria no olhar e na prática dos alunos.</p>
<p><strong>Seminários Temáticos M2</strong><strong></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A) A Educação e as respostas para o Combate à pobreza </span></p>
<p>Ementa: Os dados e os indicadores de educação do Brasil e dos estados. Os maiores desafios à educação no combate à pobreza.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">B) Capacitação profissional e geração de renda. Respostas para o combate à pobreza</span></p>
<p>Ementa: As oportunidades de trabalho e geração de renda e os indicadores de desemprego e renda no Brasil. Os maiores desafios dos pobres para obter um emprego formal ou uma ação de geração de renda.</p>
<p><em>Módulo 3</em></p>
<p><strong>M3 D1: Ciência e Produção do Conhecimento</strong></p>
<p>Ementa: Ciência e método científico. Teoria, taxonomia, proposição, definição, explicação e diagnóstico. O método científico – passos lógicos. As características ideais da ciência, segundo o método empírico-dedutivo.</p>
<p><strong>M3 D2: Gestão Diária da Pobreza</strong></p>
<p>Ementa: A perspectiva da prática social brasileira e a organização de programas e projetos que não dispõem de uma estratégia real de combate à pobreza. Combate à pobreza e inclusão social sustentável. A importância do debate sobre <span style="text-decoration: underline;">mínimos sociais</span> em cada cidade e estado, para que se defina o limite da inclusão da família. Significado de inclusão: estar em programas e projetos sociais ou construir travessia dos fossos históricos de exclusão, miséria e pobreza.</p>
<p><strong>M3 D3: Gestão por Resultados</strong></p>
<p>Ementa: Gestão para Resultados (GpR), eficiência, eficácia e efetividade das políticas. Princípios básicos da Administração Pública: legalidade, impessoalidade, moralidade administrativa, publicidade, eficiência. Objeto de trabalho e objetivos da GpR. Estrutura da GpR: componentes do processo de criação de valor; esferas; ferramentas; agentes envolvidos. Principais desafios. Ferramentas teóricas e práticas para o desenho, gestão e avaliação de projetos sociais. Concepção, ciclos e planejamento dos projetos sociais. Indicadores e gestão de projetos. Monitoramento/acompanhamento avaliativo. Construção de indicadores. Potencialidades na implementação de projetos.</p>
<p><strong>M3 D4: Gestão Social</strong></p>
<p>Ementa: Descentralização/municipalização e o papel do gerente – conceitos básicos. Federalismo brasileiro: constrangimentos e potencialidades para a implementação de políticas sociais. O papel do gerente &#8211; lidar com a complexidade, o conflito e o “experimentalismo”. Os instrumentos de participação e a Constituição de 88. Orçamentos participativos. Conselhos de políticas. <em>Accountability</em>.</p>
<p><strong>Seminários Temáticos M3</strong><strong></strong></p>
<p><span style="text-decoration: underline;">A) Saúde e saneamento no contexto das respostas de combate à pobreza</span>.</p>
<p>Ementa: Os dados e indicadores de Saúde e Saneamento no Brasil e nos estados. Os desafios maiores para a saúde combate à pobreza.</p>
<p><span style="text-decoration: underline;">B) Um novo movimento dos trabalhadores sociais: erradicação da miséria e da extrema pobreza</span></p>
<p>Ementa: O novo desafio para trabalhadores sociais: conhecer a pobreza por meio dos indicadores sociais e da Busca Ativa. O papel das profissões e dos profissionais nos programas de combate à pobreza. Os espaços plurais e os espaços específicos para os profissionais. Natureza das ações de combate à pobreza.</p>
<p><em>Mód</em><em>ulo</em><em> 4</em></p>
<p><strong>M4 D1: Indicadores Sociais e Pobreza </strong></p>
<p>Ementa: Principais indicadores sociais e estudos de pobreza no Brasil e no Mundo. O IDH e o Brasil. O IPM e o Brasil. A desigualdade redefinindo o IDH Brasileiro. O divórcio entre os indicadores das políticas setoriais.</p>
<p><strong>M4 D2: Estratégias de Participação e de Controle Social</strong></p>
<p>Ementa: A difícil conversa entre participação social e a operacionalização dos programas de combate à pobreza. A construção da participação social e popular no contexto da tecnificação das propostas e dos indicadores sociais.</p>
<p><strong>M4 D3: Gestão e Organização de Planos de Gestão e Estratégias de Combate à pobreza </strong></p>
<p>Ementa: Leitura e Interpretação da Busca Ativa e dos Indicadores Sociais. Construção de plano estratégico de combate à pobreza com base nas principais privações sociais detectadas. O Mapa de Oportunidades de entidades públicas e privadas e que apoiam programas de combate à pobreza. Planos que organizem a “travessia do território” em direção à reorganização social de educação, saúde, renda e proteção social.</p>
<p><strong>M4 D4: Metodologia da Pesquisa Científica</strong></p>
<p>Ementa: Conceitos básicos de pesquisa científica. Questões e informações sobre o processo de pesquisa. Roteiro para elaboração de projetos de pesquisa. O plano de trabalho e as exigências formais</p>
<p><strong>Seminários Temáticos M4</strong><strong></strong></p>
<p>A)    <span style="text-decoration: underline;">Governança Social e Combate à pobreza </span></p>
<p>Ementa: A integração e articulação dos programas e políticas sociais e dos entes federados, como condição para o avanço nos objetivos de combate à miséria e à extrema pobreza. Como construir Governança Social para que os objetivos possam ser alcançados. O perigo do isolamento na estratégia nacional de combate à pobreza.</p>
<p>B) Estudo de Oportunidades para a organização de planos de combate à pobreza</p>
<p>Ementa: Apresentação de um Guia de Oportunidades com fundos internacionais e nacionais de empresas, governos e organizamos de cooperação com foco em programas de combate à pobreza.</p>
<div>
<p>&nbsp;</p>
<h3><strong>Cronograma</strong></h3>
<ul>
<li>Carga Horária Total &#8211; 384 horas</li>
<li>Carga Horária Telepresencial (Aulas e Seminários Temáticos) &#8211; 160h</li>
<li>Carga Horária de Estudo Individual Orientado e Fóruns &#8211; 224 h</li>
<li>Aulas Semanais</li>
<li>Distribuição temporal das Aulas Telepresenciais &#8211; 4 horas por semana</li>
<li>Horário das Transmissões – toda quarta-feira, de 18h30 as 22h30</li>
<li>Início do Curso - 13 de junho de 2012</li>
<li>Duração do Curso &#8211; 12 a 15 meses</li>
<li>Aulas no polo mais próximo ou em sua casa</li>
<li>Certificado Conferido em Nível de Pós-Graduação Lato Sensu: Especialista em Gestão de Programas de Combate à Pobreza.</li>
</ul>
</div>
<h3>Mensalidades</h3>
<p>19 parcelas de <strong>R$ 192,00.</strong></p>
<h3>Tire suas dúvidas</h3>
<p>pelo email contato@satelitepitagoras.com.br ou pelo telefone (31) 3285-3009</p>
<p>&nbsp;</p>
<a name="metodologia"></a><br />
              <div id="box_info_curso"><h3>Metodologia</h3>
<h4>Aulas telepresenciais</h4>
As aulas são transmitidas via satélite, sempre ao vivo, havendo interatividade de todas as salas com a Central Pedagógica de Teleatendimento. As aulas seguem praticamente o mesmo formato das aulas presenciais, sendo sempre ministradas por um grande especialista da área.
<h3>Estudos</h3>
Além das aulas telepresenciais, o aluno tem a sua disposição o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), acessado via Internet, no qual são disponibilizados materiais e  atividades como: Guias de Estudo, Textos Complementares, Listas de Exercícios  e Fóruns.
<h3>Dúvidas</h3>
As dúvidas podem ser esclarecidas no momento da aula, através de telefone ou pela Internet. Em todas as salas, há um facilitador que coloca o aluno em contato direto com a Central Pedagógica de Teleatendimento. Após a aula, no desenvolvimento dos trabalhos, o aluno tem a possibilidade de enviar dúvidas e ter esclarecimentos através do AVA.
<h3>Carga horária</h3>
A carga horária dos cursos é distribuída em três tipos de atividades: (i) Aulas e Seminários Temáticos Telepresenciais,  via satélite; (ii) Estudo Individual Orientado: Guias de Estudo, Textos Complementares e Listas de Exercícios; (iii) Fóruns.
<h3>Avaliação</h3>
A avaliação  é feita por meio de provas presenciais, resolução de Listas de Exercícios, participação nos Fóruns e elaboração e apresentação de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Para ser aprovado(a)  e ter direito ao certificado de especialista, é necessário que o aluno ou aluna atenda aos seguintes requisitos: (i) frequência mínima de 75%, no conjunto das aulas e seminários telepresenciais do curso; (ii) aproveitamento mínimo de 70% em cada disciplina; (iii) aprovação no TCC.</div><div class="clear"></div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Sinal de Educação em Todo Brasil</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/sinal-de-educacao-em-todo-brasil/</link>
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		<pubDate>Mon, 31 Oct 2011 19:09:24 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[A Escola Satélite foi destaque na última edição da Linha Direta, revista especializada em educação, inovação e gestão. Confira a reportagem abaixo ou acesse o site da revista. &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#160; &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/sinal-de-educacao-em-todo-brasil/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A Escola Satélite foi destaque na última edição da Linha Direta, revista especializada em educação, inovação e gestão. Confira a reportagem abaixo ou acesse o site da revista.</p>
<p><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-1.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1081" title="LD-MATERIALCAPA-1" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-1.jpg" alt="" width="600" height="795" /></a></p>
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<p><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1082" title="LD-MATERIALCAPA-2" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-2.jpg" alt="" width="600" height="795" /></a></p>
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<p><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-3.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1083" title="LD-MATERIALCAPA-3" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-3.jpg" alt="" width="600" height="795" /></a></p>
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<p><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-4.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1084" title="LD-MATERIALCAPA-4" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-4.jpg" alt="" width="600" height="795" /></a></p>
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<p><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-5.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-1085" title="LD-MATERIALCAPA-5" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/10/LD-MATERIALCAPA-5.jpg" alt="" width="600" height="795" /></a></p>
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		<title>Projeto PRENEM</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/prenem/</link>
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		<pubDate>Wed, 22 Jun 2011 19:03:58 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O Curso Preparatório Telepresencial para o ENEM é uma iniciativa inovadora, cujo principal objetivo é democratizar o ensino de alta qualidade em todo país. Por meio da transmissão  de aulas via satélite, você leva para a sua cidade, o conteúdo &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/prenem/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O Curso Preparatório Telepresencial para o ENEM é uma iniciativa inovadora, cujo principal objetivo é democratizar o ensino de alta qualidade em todo país. Por meio da transmissão  de aulas via satélite, você leva para a sua cidade, o conteúdo preparatório para o ENEM elaborado pelos melhores professores do Brasil.</p>
<h3><a href="http://www.prenemsat.com.br"> Clique aqui para acessar o site do PRENEM SAT.</a></h3>
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		<title>Pós-graduação em Gestão Pública</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/gestao-publica/</link>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 22:39:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O CURSO O curso de Pós-Graduação Telepresencial em Gestão Pública do Pitágoras visa proporcionar aos participantes conhecimentos em gestão estratégica de recursos públicos, utilizando o direito constitucional brasileiro e as normas infraconstitucionais atinentes como pilar para as ações e atos públicos promovendo, ainda, &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/gestao-publica/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="nav-curso">
                <a href="#o-que-e"><span>O que é</span></a>
                <a href="#cronograma"><span>Cronograma</span></a>
                <a href="#metodologia"><span>Metodologia</span></a>
                <a href="/polos/?curso=18""><span>Onde</span></a>
                <a href="/polos/?curso=18"><span>Inscrições</span></a>
            </div>
            <div class="clear"></div>
<h3><strong>O CURSO</strong></h3>
<p>O curso de Pós-Graduação Telepresencial em Gestão Pública do Pitágoras visa proporcionar aos participantes conhecimentos em gestão estratégica de recursos públicos, utilizando o direito constitucional brasileiro e as normas infraconstitucionais atinentes como pilar para as ações e atos públicos promovendo, ainda, uma reflexão sobre a atual conjuntura ética da administracao pública no Brasil.</p>
<p>O objetivo é formar profissionais e capacitar servidores públicos para a gestão fiscal responsável balizada em ações realizadas estrategicamente e com segurança jurídica. A especialização em Gestão Pública supre a necessidade da Administração Pública dos diversos Poderes e níveis de governo em ter servidores e ou profissionais da área aptos a desempenhar cargos e funções públicas com eficiência e respeitando as normas dos órgãos de fiscalização.</p>
<p>Através de uma grade curricular atual, voltada para a gestão estratégica, o curso incentiva debates e expõe condições técnicas para que o aluno reconheca, avalie e controle as ações de governo dos diversos níveis.</p>
<p>Curso realizado conforme legislação federal, além de decretos, portarias e resoluções emanadas do MEC.</p>
<p>Realização: Faculdade Pitágoras</p>
<h3><strong>CONTEÚDO</strong></h3>
<ul>
<li>Direito Constitucional</li>
<li>Direito Administrativo</li>
<li>Administração Pública Direta e Indireta</li>
<li>Planejamento Estratégico Governamental</li>
<li>Contabilidade Pública</li>
<li>Lei de Responsabilidade Fiscal</li>
<li>Prestação de Contas</li>
<li>Auditoria</li>
<li>Controle Interno</li>
<li>Gestão de Pessoas</li>
<li>Gestão da Saúde Pública</li>
<li>Gestão Tributária</li>
<li>Marketing Institucional</li>
<li>Metodologia Científica</li>
<li>Trabalho de Conclusão de Curso</li>
</ul>
<h3><strong>METODOLOGIA</strong></h3>
<p>As aulas são transmitidas ao vivo para salas instaladas em mais de 400 municípios do Brasil. O sistema telepresencial permite que o aluno interaja com o professor em tempo real, por meio de perguntas que são respondidas ao vivo. Além disso, minimiza as despesas com deslocamento e hospedagem.</p>
<p>Em cada sala de aula um facilitador estabelecerá a comunicação entre o aluno e o professor. O material didático será disponibilizado no Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), na internet, para download.</p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>COORDENADOR DO CURSO</strong></h3>
<p>Prof. Ms. Davi Leonard Barbieri – Advogado, Especialista em Direito Público, Mestre em Direito e Instituições Políticas. Procurador Geral da Câmara Municipal de Congonhas – MG e Consultor Jurídico de diversas Prefeituras do Estado de Minas Gerais. Professor do Curso de pós-graduação em Administração Pública do SENAC – MG.</p>
<h3><strong>CERTIFICAÇÃO</strong></h3>
<p>Para receber o título de Especialista em Gestão Pública, emitido pelo Pitágoras Pós-Graduação, o aluno deverá ter frequência mínima de 75% e obter 70% dos pontos atribuídos. Além disso, deverá ser aprovado no Trabalho de Conclusão de Curso (TCC).</p>
<h3><strong>REQUISITOS ACADÊMICOS</strong></h3>
<p>- Diploma ou certificado de graduação em qualquer área, devidamente reconhecido pelo MEC;</p>
<p>Para se inscrever, o candidato deverá enviar a seguinte documentação:</p>
<ul>
<li>Comprovante de pagamento da matrícula;</li>
<li>02 cópias do contrato assinado;</li>
<li>Cópia do documento de identidade;</li>
<li>Cópia do CPF;</li>
<li>Cópia da certidão de nascimento ou casamento;</li>
<li>Cópia do comprovante de endereço;</li>
<li>1 foto 3×4;</li>
<li>Cópia do histórico;</li>
<li>Cópia autenticada do diploma de graduação      registrado pelo MEC</li>
<li>Caso o aluno não tenha a cópia do diploma,      será aceita a declaração de conclusão do curso, devendo o aluno providenciar      a cópia do diploma em até 03 meses;</li>
<li>Após o pagamento da boleta, envie o      comprovante de pagamento, 02 vias do contrato assinado e toda a      documentação exigida para o endereço:<br />
Rua Estados Unidos, 22, Sion, CEP 30.315-270, Belo Horizonte, MG.      (Destinatário: Pós-Graduação Pitágoras).</li>
</ul>
<h3><strong>CRONOGRAMA</strong></h3>
<p><strong>CARGA HORÁRIA</strong></p>
<p>- 360 horas.</p>
<p><strong>DURAÇÃO</strong></p>
<p>Aproximadamente 16 meses. Aulas telepresenciais, quinzenais, às quartas-feiras, das 18h30 às 22h30</p>
<p><strong>INVESTIMENTO</strong></p>
<p>De R$246,00 por R$ 192,00* (16 parcelas)</p>
<p>*Preço promocional para matrículas até 30/06/2011</p>
<p><strong>MATRÍCULA</strong></p>
<p>Até 08/08/2011. Garanta a sua vaga. Inscreva-se já!</p>
<p><strong>INÍCIO DAS AULAS</strong></p>
<p>10 de agosto de 2011</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Faculdade Pitágoras reconhecida pelo MEC – Diploma válido em todo o Brasil.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<a name="metodologia"></a><br />
              <div id="box_info_curso"><h3>Metodologia</h3>
<h4>Aulas telepresenciais</h4>
As aulas são transmitidas via satélite, sempre ao vivo, havendo interatividade de todas as salas com a Central Pedagógica de Teleatendimento. As aulas seguem praticamente o mesmo formato das aulas presenciais, sendo sempre ministradas por um grande especialista da área.
<h3>Estudos</h3>
Além das aulas telepresenciais, o aluno tem a sua disposição o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), acessado via Internet, no qual são disponibilizados materiais e  atividades como: Guias de Estudo, Textos Complementares, Listas de Exercícios  e Fóruns.
<h3>Dúvidas</h3>
As dúvidas podem ser esclarecidas no momento da aula, através de telefone ou pela Internet. Em todas as salas, há um facilitador que coloca o aluno em contato direto com a Central Pedagógica de Teleatendimento. Após a aula, no desenvolvimento dos trabalhos, o aluno tem a possibilidade de enviar dúvidas e ter esclarecimentos através do AVA.
<h3>Carga horária</h3>
A carga horária dos cursos é distribuída em três tipos de atividades: (i) Aulas e Seminários Temáticos Telepresenciais,  via satélite; (ii) Estudo Individual Orientado: Guias de Estudo, Textos Complementares e Listas de Exercícios; (iii) Fóruns.
<h3>Avaliação</h3>
A avaliação  é feita por meio de provas presenciais, resolução de Listas de Exercícios, participação nos Fóruns e elaboração e apresentação de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Para ser aprovado(a)  e ter direito ao certificado de especialista, é necessário que o aluno ou aluna atenda aos seguintes requisitos: (i) frequência mínima de 75%, no conjunto das aulas e seminários telepresenciais do curso; (ii) aproveitamento mínimo de 70% em cada disciplina; (iii) aprovação no TCC.</div><div class="clear"></div>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Especialização Direito Processual Civil</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/direito/</link>
		<comments>http://escolasatelite.com.br/direito/#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 18 Apr 2011 02:25:13 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[O que é Profundas alterações no sistema jurídico privado modificam o cotidiano dos estudiosos do direito, exigindo o constante e incessante aperfeiçoamento e atualização profissionais. Neste contexto, torna-se imperativo ao estudioso do direito atualizar e aprofundar seus conhecimentos, mediante a &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/direito/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<div id="nav-curso">
                <a href="#o-que-e"><span>O que é</span></a>
                <a href="#cronograma"><span>Cronograma</span></a>
                <a href="#metodologia"><span>Metodologia</span></a>
                <a href="/polos/?curso=16""><span>Onde</span></a>
                <a href="/polos/?curso=16"><span>Inscrições</span></a>
            </div>
            <div class="clear"></div>
<h3>O que é</h3>
<p>Profundas alterações no sistema jurídico privado modificam o cotidiano dos estudiosos do direito, exigindo o constante e incessante aperfeiçoamento e atualização profissionais. Neste contexto, torna-se imperativo ao estudioso do direito atualizar e aprofundar seus conhecimentos, mediante a análise das alterações que vêm sendo implementadas na legislação pátria, bem como se capacitar para compreender os fatores que motivaram a efetivação de tais mudanças legislativas.</p>
<p>É com este desiderato que se oferece o presente Curso de Pós-Graduação em Direito, que tem por objetivo precípuo, além de proceder uma abordagem pormenorizada e crítica dos principais temas do Direito Processual Civil, conjugá-los com os principais institutos e temas do Direito Civil e Empresarial, mediante o estudo acurado da teoria geral do processo e das principais ações e meios de defesa processuais disciplinados pelo ordenamento jurídico pátrio.</p>
<p>A idéia de oferecer um curso interdisciplinar, que inter-relacione simultaneamente o estudo do direito material e processual, justifica-se em razão da indissociabilidade que lhes são inerentes. Permitirá ao estudioso do direito, além do aperfeiçoamento profissional, obter uma visão global do direito, possibilitando-lhe a adoção dos instrumentos processuais adequados e necessários à resolução das mais variadas controvérsias judiciais, de forma a atingir a tão almejada efetividade da tutela jurisdicional.</p>
<h3>Informações Gerais</h3>
<p><strong>1. Título Concedido</strong></p>
<p>Especialista em Direito Processual Civil</p>
<p><strong>2. Objetivos do curso</strong></p>
<p>Proporcionar aos participantes o aprofundamento teórico, bem como o aperfeiçoamento profissional, mediante o estudo interdisciplinar dos principais institutos do direito material e processual civil e empresarial, permitindo-lhes atender as novas e crescentes exigências do mercado. Insere-se, neste contexto, pela exigência de profissionais aptos a inter-relacionarem os conhecimentos jurídicos obtidos nas diversas áreas do saber e que estejam atentos para as recentes reformas legislativas introduzidas no ordenamento jurídico pátrio.</p>
<h3>Público Alvo</h3>
<p>Graduados em Direito.</p>
<h3>Ementas das disciplinas</h3>
<p><strong>Juizados Especiais:</strong> Juizados Especiais. Princípios informadores. Competência Questões controvertidas quanto à sujeição passiva e ativa nos juizados especiais. Capacidade postulatória. A arbitragem. Resposta do réu. Litisconsórcio e as intervenções de terceiros. Provas: perícia oral e inspeção judicial. Exceção de impedimento e suspeição. Extinção do processo. Tutelas de urgência. Turmas Recursais. Recurso de terceiro prejudicado. Recursos. Cumprimento de sentença. Execução.</p>
<p><strong>Teoria Geral do Processo</strong>: Direito de Ação. Evolução das teorias do direito de ação. Jurisdição. Processo e Procedimento. Teorias do Processo.</p>
<p><strong>Fundamentos Constitucionais do Direito Processual Civil:</strong> Princípios constitucionais processuais: ampla defesa, contraditório, inafastabilidade da jurisdição, celeridade e economia processual. Evolução do direito processual e a busca pela efetividade.</p>
<p><strong>Execução e Cumprimento de Sentença: </strong>Execução. Cumprimento de sentença. Fase do processo de conhecimento. Prazo para pagamento e multa. Impugnação ao cumprimento de sentença: natureza jurídica e hipóteses de cabimento. Recursos. Cumprimento de sentença provisória e execução provisória. Cumprimento das sentenças arbitral, estrangeira e penal condenatória.</p>
<p><strong>Hermenêutica Jurídica:</strong> Hermenêutica e Hermenêutica Jurídica. Constitucionalização do Direito Privado. Eficácia Horizontal dos Direitos e Garantias Fundamentais. Discursos de justificação e aplicação do direito.</p>
<p><strong>Processo Cautelar:</strong> Processo cautelar. Medidas cautelares. Poder geral de cautela. Procedimentos cautelares específicos. Arresto. Seqüestro. Caução. Busca e Apreensão. Exibição. Produção antecipada de provas. Alimentos provisionais. Arrolamento de bens. Protestos, notificações e interpelações. Atentado. Protesto e apreensão de títulos.</p>
<p><strong>Direito do Consumidor:</strong> Conceito de consumidor. Conceito de fornecedor. Responsabilidade de fornecedor brasileiro por produto adquirido no exterior. Inversão de ônus da prova. Foro de domicílio do consumidor. Responsabilidade pelo fato do produto. Responsabilidade pelo vício do produto. Dano por descumprimento de contrato. Direito consumidor e serviços públicos. Cadastro de inadimplentes. O Código de Defesa do Consumidor e o novo Código Civil.</p>
<p><strong>Direitos Reais:</strong> Direitos Reais. Posse. Aquisição da posse. Efeitos da posse. Perda da posse. Propriedade. Aquisição da propriedade imóvel e móvel. Efeitos da propriedade. Perda da propriedade. Direito de Vizinhança. Condomínios. Direito de Superfície. Servidões. Usufruto. Penhor, hipoteca e anticrese.</p>
<p><strong>Questões processuais da CF, Estatuto da Cidade e Código Civil:</strong> Política Urbana. Estatuto da Cidade e o Código Civil. Função social da propriedade. Plano diretor. Uso e ocupação do solo urbano. Desapropriação e Usucapião</p>
<p><strong>Direito Processual de Família:</strong> Família. Casamento. Capacidade para o casamento. Impedimentos. Celebração do casamento. Invalidade do casamento. Eficácia do casamento. Dissolução da sociedade e do vínculo conjugal. Relações de parentesco. Filiação. Adoção. Poder familiar. Regime de bens: comunhão parcial, universal, participação final nos aquestos e separação total. Alteração do regime de bens. Alimentos. Bem de família.  União estável. Separação. Divórcio. Alimentos. Direito de guarda e visita. Interdição: Tutela e curatela.</p>
<p><strong>Direito Processual das Sucessões:</strong> Sucessão. Herança. Sucessão legítima e testamentária. Testamento e suas espécies. Codicilos. Revogação do testamento. Inventário e Partilha. Arrolamento.</p>
<p><strong>Procedimentos Especiais</strong>: Procedimentos especiais. Ação de consignação em pagamento. Ação de depósito. Ação de anulação e substituição de titulo ao portador. Ação de prestação de contas. Ações possessórias: reintegração e manutenção na posse, interdito proibitório, nunciação de obra nova, usucapião, divisão e demarcação de terras particulares. Embargos de terceiro</p>
<p><strong>Direito Processual Societário:</strong> Acordo de acionistas. Deliberações societárias. Transformação, incorporação, fusão e cisão das sociedades. Exclusão de sócio do quadro societário.</p>
<p><strong>Ações Constitucionais:</strong> Processo e Constituição. Mandado de Segurança. Mandado de Injunção. Ação Popular. Ação Civil Pública. Habeas Data. Ação Direta de Inconstitucionalidade. Ação Declaratória de Constitucionalidade.</p>
<p><strong>Direito Falimentar e Recuperação Judicial:</strong> Evolução do Direito de Empresa. A Empresa. O Empresário. Constituição da Empresa. Extinção da Empresa. O novo regime da insolvência empresarial, instituído por meio da Lei n.º 11.101/2005. Falência e Recuperação Judicial.</p>
<p><strong>Procedimentos Extrajudiciais de Resolução de Conflitos:</strong> Arbitragem. Mediação. Conciliação. Separação e Divórcios Extrajudiciais. Inventário Extrajudicial</p>
<p><strong>Tópicos Avançados de Direito Processual Civil:</strong> As alterações na legislação processual civil. Celeridade e os direitos fundamentais.</p>
<p><strong>Metodologia da Pesquisa e Elaboração de Projetos:</strong> Pesquisa jurídica. Normalização de trabalhos acadêmicos. Elaboração de projetos de pesquisa, projetos de monografia e monografias.</p>
<h3>Cronograma<strong> </strong></h3>
<p><strong>Inscrições Abertas</strong> &#8211; <span style="color: #ff0000;"><strong>vagas limitadas</strong>.</span></p>
<p><span style="color: #ff0000;"><span style="color: #000000;">Prazo final de inscrição: dia 3 de agosto de 2011. Preços promocionais somente para inscrições feitas até 30 de julho.</span></span></p>
<p><strong>Início das aulas</strong><br />
4 de agosto de 2011</p>
<p><strong>Periodicidade das aulas</strong><br />
semanal, às quintas-feiras</p>
<p><strong>Duração do curso</strong><br />
aproximadamente 13 meses</p>
<p><strong>Carga horária</strong><br />
360 horas, distribuidas em aulas e seminários telepresenciais, trabalhos e estudos individuais</p>
<h3>Mensalidades</h3>
<p>19 parcelas de <strong>R$ 192,00. </strong>Preços promocionais somente para inscrições feitas até 30 de julho.</p>
<h3>Tire suas dúvidas</h3>
<p>pelo email contato@satelitepitagoras.com.br ou pelo telefone (31) 3281-4666</p>
<p>&nbsp;</p>
<a name="metodologia"></a><br />
              <div id="box_info_curso"><h3>Metodologia</h3>
<h4>Aulas telepresenciais</h4>
As aulas são transmitidas via satélite, sempre ao vivo, havendo interatividade de todas as salas com a Central Pedagógica de Teleatendimento. As aulas seguem praticamente o mesmo formato das aulas presenciais, sendo sempre ministradas por um grande especialista da área.
<h3>Estudos</h3>
Além das aulas telepresenciais, o aluno tem a sua disposição o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA), acessado via Internet, no qual são disponibilizados materiais e  atividades como: Guias de Estudo, Textos Complementares, Listas de Exercícios  e Fóruns.
<h3>Dúvidas</h3>
As dúvidas podem ser esclarecidas no momento da aula, através de telefone ou pela Internet. Em todas as salas, há um facilitador que coloca o aluno em contato direto com a Central Pedagógica de Teleatendimento. Após a aula, no desenvolvimento dos trabalhos, o aluno tem a possibilidade de enviar dúvidas e ter esclarecimentos através do AVA.
<h3>Carga horária</h3>
A carga horária dos cursos é distribuída em três tipos de atividades: (i) Aulas e Seminários Temáticos Telepresenciais,  via satélite; (ii) Estudo Individual Orientado: Guias de Estudo, Textos Complementares e Listas de Exercícios; (iii) Fóruns.
<h3>Avaliação</h3>
A avaliação  é feita por meio de provas presenciais, resolução de Listas de Exercícios, participação nos Fóruns e elaboração e apresentação de TCC (Trabalho de Conclusão de Curso). Para ser aprovado(a)  e ter direito ao certificado de especialista, é necessário que o aluno ou aluna atenda aos seguintes requisitos: (i) frequência mínima de 75%, no conjunto das aulas e seminários telepresenciais do curso; (ii) aproveitamento mínimo de 70% em cada disciplina; (iii) aprovação no TCC.</div><div class="clear"></div>
<p>&nbsp;</p>
</div>
<p>&nbsp;</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Cursos de Pós-graduação Telepresencial Pitágoras</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/video-cursos/</link>
		<comments>http://escolasatelite.com.br/video-cursos/#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 17:56:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Assista ao vídeo sobre os cursos de Pós-graduação Telepresencial Pitágoras Clique aqui e assista ao vídeo de apresentação da Escola Satélite]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3><span style="font-weight: normal; font-size: 13px;">Assista ao vídeo sobre os cursos de Pós-graduação Telepresencial Pitágoras</span></h3>
<div class="box_video_mashup" style="border: 5px solid #efefef; margin-bottom: 10px;">
                <iframe src="http://player.vimeo.com/video/22412938?color=ff9933&autoplay=1&loop=0" width="100%" height="420" frameborder="0"></iframe>
            </div>
            <div class="clear"></div>
<h3><a title="Vídeo de apresentação" href="http://escolasatelite.com.br/video-de-apresentacao/">Clique aqui</a> e assista ao vídeo de apresentação da Escola Satélite</h3>
]]></content:encoded>
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		</item>
		<item>
		<title>Revista EXAME: Procuram-se 8 milhões de profissionais</title>
		<link>http://escolasatelite.com.br/exame/</link>
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		<pubDate>Fri, 15 Apr 2011 11:40:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Um País em busca de gente&#160; Publicada em 01/04/2011 pela Revista Exame. Por ALEXA SALOMÃO e TATIANA GIANINI &#160; &#160; &#160; &#160; Na mira do mercado Os 100 jovens da foto são estagiários contratados pela consultoria Ernst &#38; Young nos &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/exame/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div>
<address><em><br />
<strong>Um País em busca de gente</strong>&nbsp;</p>
<ul>
<li><span style="font-style: normal;"><em>
<p style="display: inline !important;"><span style="font-style: normal;"><em>Publicada em 01/04/2011 pela Revista Exame. Por ALEXA SALOMÃO e TATIANA GIANINI</em></span></p>
<p></em>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
<p></span></li>
</ul>
<p></em>&nbsp;</p>
</address>
</div>
<div>
<div><a href="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/04/exame.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-632" title="exame" src="http://escolasatelite.com.br/wp-content/uploads/2011/04/exame.jpg" alt="" width="460" height="310" /></a></div>
<div>Na mira do mercado Os 100 jovens da foto são estagiários contratados pela consultoria Ernst &amp; Young nos últimos 12 meses. Se o mercado de trabalho se mantiver aquecido e a foto for repetida, daqui a um ano, pelo menos 30 deles terão deixado a empresa&nbsp;</p>
<p>É assim o Brasil de hoje &#8211; recorde de emprego, briga desesperada por profissionais e risco de apagão de mão de obra. Para quem trabalha, o momento é mágico. Para a economia, está em jogo a continuidade do crescimento</p>
<p>AOS 20 ANOS, O GAÚCHO JORGE MENEGASSI INGRESSOU COMO ESTAGIÁRIO na subsidiária brasileira da Ernst &amp; Young, uma das maiores empresas de auditoria e contabilidade do mundo. O ano era1977 e ele estava decidido a cumprir o roteiro que sua geração acalentava: fazer carreira numa grande companhia. Hoje, Menegassi é o presidente da Ernst &amp; Young no Brasil. Por força das circunstâncias,uma de suas tarefas mais árduas é encontrar jovens com a mesma ambição que ele teve e estruturar uma equipe capaz de aproveitar o bom momento da economia. Por comandar uma prestadora de serviços, Menegassi precisa de muita gente &#8211; e gente bem qualificada. A Ernst &amp; Young, com um quadro total de 3 850 funcionários, tem atualmente 200 vagas em aberto. Dos 700 estagiários contratados no ano passado, 30% migraram para outras companhias poucos meses após a seleção. Eles estão na mira não apenas de concorrentes mas também das mais de 200 empresas que planejam abrir o capital no Brasil e precisam montar a área financeira com profissionais habilitados em contabilidade, economia e administração.</p>
<p>&#8220;Vivemos uma verdadeira guerra por profissionais, e essa situação só vai piorar&#8221;, diz Menegassi. &#8220;Vamos ter de aprender a conviver com essa nova realidade. Lutar contra ela é inútil.&#8221; A cada ano, os executivos brasileiros da Ernst &amp; Young sabem que terão de atrair e treinar em sua universidade corporativa cerca de 1000 novos funcionários. E sabem que, inevitavelmente, perderão grande parte deles. Esse tipo de situação é regra no Brasil de hoje. Gente é um dos principais gargalos do crescimento da economia e das empresas. O país tem hoje 92 milhões de pessoas empregadas, o maior contingente da história. Esse total representa mais de 90% da população em idade e condições de trabalhar. Nas seis principais regiões metropolitanas, a taxa de desemprego atingiu 5,3% em dezembro, o nível mais baixo desde que a pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística começou a ser feita, em 2002 &#8211; na média do ano, a taxa de 6,7% também foi recorde. Trata-se de uma boa notícia, reflexo dos muitos avanços da economia brasileira nos últimos anos. Mais emprego significa mais gente com renda e crédito para consumir e fazer a roda da economia girar. Recentemente, porém, o país começou a perceber que as boas notícias no mercado de trabalho também impõem desafios complexos. O primeiro deles é justamente o da escassez de gente preparada para preencher os novos postos que as empresas estão criando. Segundo uma projeção feita por economistas do Itaú Unibanco a pedido de EXAME, caso o país mantenha até 2015 um crescimento médio de 4,6% ao ano, será preciso um adicional de 8 milhões de pessoas &#8211; o equivalente a toda a população da Áustria &#8211; educadas e qualificadas para assumir funções cada vez mais sofisticadas. Por coincidência, o Brasil tem hoje cerca de 8 milhões de desempregados. A solução para a carência de profissionais certamente não virá desse grupo. Esses 8 milhões de brasileiros sem emprego foram colocados à margem do mercado por total falta de qualificação. São a herança maldita de um sistema educacional quase sempre inepto e ineficiente.</p>
<p>Quando um país não consegue suprir a demanda por mão de obra, a própria perspectiva de crescimento fica em xeque. O mecanismo funciona da seguinte maneira: o desemprego muito baixo dá poder aos trabalhadores para pedir aumento de salário. Salários maiores pressionam os custos das empresas, que reagem aumentando preços e gerando inflação. O governo vê-se, então, diante da opção de esfriar a economia ou aceitar mais inflação &#8211; e o bom senso manda que a primeira opção seja a escolhida. Atualmente, os salários são um dos itens que mais pressionam a inflação. Os reajustes salariais dos empregados domésticos, um custo que faz parte da composição do IPCA, o índice oficial de inflação, ficam acima do próprio IPCA há cinco anos &#8211; o próprio governo contribuiu para isso ao dar aumentos reais expressivos ao salário mínimo. Mesmo assim, os sindicatos de trabalhadores continuam obtendo reajustes acima da inflação. No ano passado, quase 90% das 700 negociações entre patrões e empregados resultaram em ganhos reais. Recentemente, cerca de 80 000 operários cruzaram os braços em obras do Programa de Aceleração do Crescimento exigindo aumento da remuneração (veja reportagem na pág. 44). Desde 1973, os custos de mão de obra não representavam uma fonte de pressão inflacionária no Brasil. &#8220;Corremos o risco de entrar numa espiral de aumentos de preços&#8221;, diz Aurélio Bicalho, economista do Itaú Unibanco. &#8220;Este é um ano decisivo para conter a inflação &#8211; e a única maneira de fazer isso é frear o crescimento.</p>
<p>Em teoria, haveria uma alternativa melhor. Em qualquer economia, os salários podem subir de maneira sustentada se forem acompanhados pelo aumento da produtividade. A produtividade, uma medida do valor gerado anualmente pelo trabalhador, depende de diversos fatores: a aplicação de tecnologia, a gestão das operações, o nível de inovação e a formação educacional do trabalhador. &#8220;Nenhum país consegue manter crescimento robusto e consistente se não investir na produtividade&#8221;, diz o economista Laurence Ball, professor da universidade americana Johns Hopkins e estudioso da relação entre produtividade e crescimento. As estatísticas evidenciam quanto o Brasil está defasado. De 2000 a 2008, o índice de produtividade da Coreia do Sul cresceu, em média, 7,4% ao ano. O da China, 5,2%, o dos Estados Unidos, 4,6%, e o da Argentina, 3%. Enquanto isso, a produtividade brasileira evoluiu parco 0,9% por ano. O passo é vagaroso em boa medida porque a educação nas nossas escolas perdeu qualidade, e isso faz com que a maioria dos recém-formados chegue ao mercado de trabalho com deficiências que nem sempre podem ser corrigidas com cursos de qualificação. Isso sem falar que as empresas estão absorvendo, por falta de opção, pessoas sem nenhuma base educacional. &#8220;Não é fácil treinar&#8221;, diz José Márcio Camargo, professor da Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro. &#8220;Você pode ensinar um pedreiro a colocar um tijolo sobre o outro, mas, se ele não souber ler, contar, medir e não conseguir conversar com o engenheiro, seu trabalho vai ser feito com muita lentidão e desperdício.&#8221;</p>
<p>Isso significa que um produto custa mais e leva mais tempo para ser concluído no Brasil. É o que está acontecendo no Estaleiro Atlântico Sul, instalado no porto de Suape, em Pernambuco. Desde sua criação, em 2005, o estaleiro corre para garantir a oferta de profissionais da indústria naval numa região sem tradição na atividade. Nos últimos quatro meses, deflagrou uma operação de busca em sete estados para preencher 1200 vagas com mão de obra qualificada. Foram avaliados 20000 currículos. Muitos são de gente que nunca havia trabalhado numa indústria. Na linha de produção do Atlântico Sul trabalham ex-pescador, ex-representante comercial e até ex-doméstica. O treinamento de pessoas da região foi visto como uma solução prática e um resgate social, festejado pelo governo. Mas é um processo sinuoso. O estaleiro precisa entregar 22 navios petroleiros, sete navios-sonda e um casco de plataforma até 2018. O primeiro petroleiro foi pré-lançado em maio do ano passado numa solenidade com a presença do então presidente Luiz Inácio Lula da Silva. A entrega final deveria ter ocorrido em setembro, mas foi adiada para maio deste ano e protelada mais uma vez para o segundo semestre. Se o cronograma vingar, a entrega vai ocorrer três anos após o início da construção. Na Coreia do Sul e em Singapura, petroleiros são construídos em, no máximo, nove meses. Parte do atraso é atribuída à falta de experiência da equipe. Em fevereiro, Ângelo Bellelis, presidente do estaleiro desde 2008, afirmou que o atraso fazia parte da &#8220;curva de aprendizagem&#8221; para construir esse tipo de embarcação pela primeira vez. Passados alguns dias, Bellelis pediu demissão alegando que iria assumir &#8220;novos desafios&#8221;. O fato é que suas declarações pegaram mal perante os clientes &#8211; entre eles a Petrobras -, que cobram resultados e mais agilidade.</p>
<p>A teoria econômica tem um nome para a nova dinâmica registrada no Brasil &#8211; pleno emprego. Trata-se do estágio em que a taxa de desemprego cai a níveis muito baixos e praticamente todas as pessoas qualificadas estão empregadas. Não existe um número que delimite exatamente quando isso ocorre. Devido ao grande número de desempregados ainda existente, não há consenso entre os especialistas se, afinal, o Brasil estaria ou não no pleno emprego. Quem defende que sim leva em consideração as dificuldades para o preenchimento das vagas. &#8220;Basta olhar o que está acontecendo: faltam babás, pedreiros, soldadores, técnicos, engenheiros, e a rotina das pessoas e das empresas já está sendo afetada pela escassez de gente&#8221;, diz Luiz Carlos Mendonça de Barros, sócio da Quest Investimentos. &#8220;Estamos vivendo o pleno emprego &#8211; com seus benefícios e problemas.&#8221;</p>
<p>O BRASIL DA CLASSE C</p>
<p>A face positiva do pleno emprego ajudou a colocar o Brasil entre as economias emergentes mais atraentes do momento. A exuberância do mercado de trabalho contribuiu para a ascensão da classe C e a formação da nova classe média, a redução das desigualdades e o aumento do consumo, o que atrai empresas e investidores ao país. A última vez que o emprego e a renda cresceram com tanta força foi na década de 70, durante o chamado milagre econômico. Para o economista Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da Fundação Getulio Vargas, apesar das semelhanças, o momento atual é muito mais representativo. &#8220;Agora há distribuição da renda, algo que não aconteceu nos anos 70&#8243;, diz Neri. Desde 2003, a renda dos 20% mais pobres cresceu praticamente o dobro do que cresceu a dos 20% mais ricos. .Esse ciclo foi uma espécie de redenção para pessoas como Juscilene dos Santos. Ela migrou do Piauí para São Paulo no começo da década de 90. Sem o ensino fundamental completo, ficou anos desempregada, vivendo de bicos. Em 2005, aos 38 anos, encontrou a oportunidade para dar uma guinada. Conseguiu emprego com carteira assinada numa prestadora de serviços de limpeza e concluiu os estudos nos cursos gratuitos oferecidos pelo Seac, o sindicato das empresas do setor. Juscilene fez a prova do Exame Nacional do Ensino Médio no ano passado, conseguiu uma bolsa de estudos, prestou vestibular e hoje, aos 41 anos de idade, está no primeiro semestre de gestão da segurança na Unip. O curso é de formação técnica, com dois anos de duração. &#8220;Ainda preciso do emprego na limpeza, mas a vida já melhorou&#8221;, diz Juscilene. &#8220;E vai melhorar ainda mais.&#8221;</p>
<p>Seu caso mostra que a carência de profissionais tem gerado novas oportunidades para o setor educacional. Com foco no mercado de trabalho, duração mais curta e grade curricular voltada para a prática, os cursos de tecnologia dispararam nos últimos anos. O total de matrículas passou de menos de 70000 em 2001 para mais de 680 000 em 2009 &#8211; e os cursos de tecnologia já respondem por 11% do total de matrículas na graduação.&#8221;Os tecnólogos têm uma formação tão qualificada quanto os bacharéis, apenas mais específica&#8221;, afirma Arthur Sperandéo de Macedo, vice-reitor das Faculdades Metropolitanas Unidas, de São Paulo. Nos Estados Unidos, os cursos superiores de curta duração, chamados de associate degree, correspondem a uma parcela ainda maior dos alunos do ensino. Segundo o Departamento de Educação dos Estados Unidos, em2008 os graduados em cursos de curta duração eram mais de 750000, enquanto os cursos de graduação tradicionais formam 1,6 milhão de americanos.</p>
<p>Esforços de qualificação à parte, o fato é que a demanda por profissionais corre muito à frente da oferta. Isso pode ser visto nitidamente na construção, um dos setores mais aquecidos da economia. Há três anos a demanda por operários virou uma espécie de poço sem fundo, e as construtoras drenam trabalhadores também de outros setores. Em São Paulo, há um buraco de 100 000 técnicos na área de prestação de serviços de TV por assinatura e outro de 20 000 nas empresas de limpeza porque muitos empregados conseguiram salários melhores na construção civil. Numa situação de escassez generalizada, vale qualquer estratégia para fechar o quadro de trabalhadores. Uma das mais desesperadas é tirar o pessoal do concorrente em pleno andamento do projeto. Um emissário procura os trabalhadores e avisa que há uma empresa oferecendo mais para quem aceitar mudar de canteiro de obra. No final do ano passado, um residencial com três torres de 27 andares na zona oeste de São Paulo, erguido pela PDG, a maior incorporadora do país, perdeu do dia para a noite mais de 100 operários para uma obra em Santos, a 70 quilômetros da capital. A dificuldade para repor os trabalhadores atrasou a conclusão dos apartamentos, que deveriam ter sido entregues até dezembro. O setor estima que 70% das obras estão atrasadas por falta de gente. Em Caxias do Sul, maior cidade do polo metal-mecânico gaúcho, a fabricante de carrocerias Randon deixou de exigir experiência dos candidatos e partiu para uma forma inusitada de recrutamento. Com 100 vagas em aberto, a empresa colocou um carro de som circulando na periferia de Caxias e em cidades vizinhas oferecendo treinamento, emprego com carteira assinada e benefícios a quem queira aprender um novo ofício. &#8220;No mundo normal, você anuncia uma vaga e escolhe os candidatos&#8221;, diz Luiz Antonio Oselame, diretor executivo da Randon. &#8220;No mundo do pleno emprego, você aceita quem quiser trabalhar.</p>
<p>A VEZ DOS ESTRANGEIROS</p>
<p>A busca de gente também está mexendo com os fluxos migratórios do país. Em Teresina, no Piauí, para garantir a expansão das operações, o Grupo Pão de Açúcar lançou recentemente um programa batizado de De Volta Para a Minha Terra Natal. Além de estar à procura de gente para cobrir 2 500 vagas hoje em aberto, o grupo precisará de 15000 novos trabalhadores até dezembro em cidades como Palmas, no Tocantins. No Rio de Janeiro, um dos maiores nós está no setor de petróleo e gás. Até 2013 o setor vai exigir mais de 200000 profissionais. Há um esforço concentrado de formação, mas, enquanto o país não consegue suprir a demanda, as vagas são preenchidas com a importação de pessoal qualificado. O setor é o recordista de pedidos de visto de trabalho para estrangeiros. No ano passado, o estado do Rio de Janeiro recebeu quase 22000 trabalhadores vindos do exterior, 40% dos que entraram no Brasil no período.</p>
<p>Em alguns casos, as profissões requisitadas nem sequer existem no país. Para criar no Rio de Janeiro seu quinto centro de pesquisa no mundo, a americana GE precisa de 200 pesquisadores com habilidade para trabalhar na iniciativa privada &#8211; um perfil exótico num país em que esse tipo de profissional costuma ficar confinado nas universidades. São engenheiros e doutores especializados nas áreas de óleo, gás, energia, transporte e saúde. &#8220;Vamos fazer visitas a 17 das melhores instituições brasileiras e sensibilizar os acadêmicos&#8221;, diz João Geraldo Ferreira, presidente da GE do Brasil. &#8220;Usamos essa estratégia quando criamos os centros da Índia, da China e da Alemanha, mas ainda não sabemos</p>
<p>qual será o resultado aqui.&#8221; Outra carreira ignorada aqui é a de analista de tesouraria, especialista que planeja operações financeiras para aplicar e captar recursos. &#8220;Na Europa e nos Estados Unidos, existem especializações e MBAs na área&#8221;, diz o francês Thierry Giraud, presidente da subsidiária local da Sage XRT, especializada nesse tipo de serviço. &#8220;Aqui não h um único curso, e somos obrigados a formar nossos profissionais.&#8221; Formam e perdem. A equipe da Sage precisaria ser de 90 pessoas, mas hoje faltam dez. A lacuna foi causada pelos próprios clientes. Eles levaram os profissionais porque &#8211; obviamente &#8211; não encontraram outros no mercado.</p>
<p>Vagas em aberto são uma barreira ao crescimento e causam perda de negócios &#8211; às empresas e ao país. Na área de tecnologia da informação, a carência atual é da ordem de 200000 profissionais. Estima-se que o setor precisará de um contingente extra de 750 000 pessoas até 2020. Por falta de gente, os negócios já emperram. A IBM tem um bom termômetro da situação. A empresa define o número de profissionais de que precisa à medida que os clientes fazem os pedidos. No dia 25 de março, havia quase 300 ofertas de emprego no site da empresa. &#8220;Só fechamos um contrato depois de formar a equipe que irá tocá-lo&#8221;, diz Edson Luis Pereira, executivo de desenvolvimento profissional da IBM. &#8220;Quando não conseguimos reunir o grupo, o Brasil perde a encomenda para a subsidiária de outro país.&#8221; Fica a pergunta: o que faz uma empresa sem unidades em outros países? &#8220;Seleciona e treina o maior número possível de pessoas o tempo todo para garantir gente&#8221;, afirma Benjamin Quadros, sócio da BRQ Solutions, prestadora de serviços de tecnologia. A empresa tem treinado 300 profissionais por trimestre, ao custo de 5000 reais por aluno. &#8220;Viramos uma escola de informática&#8221;, diz Quadros. Mesmo assim, a BRQ tem sempre cerca de 200 vagas em aberto.</p>
<p>Problemas como os que o Brasil enfrenta no campo do trabalho são próprios de países emergentes. Nesse sentido, não deixa de ser uma mostra de sucesso saber que o desafio, hoje, é o desemprego muito baixo, não o contrário. Esse desafio terá de ser enfrentado com um ganho de qualidade de nossa mão de obra. O valor da alta produtividade do trabalho ficou claro quando os Estados Unidos atingiram o pleno emprego no final dos anos 90. Foi um dos períodos de maior prosperidade econômica da história americana, que combinou estabilidade com crescimento e desemprego abaixo de 5%. Uma das explicações para a bonança sem inflação foi o crescente aumento da produtividade, que entre 1997 e 2000 se expandiu, em média, 3% ao ano a reboque da revolução tecnológica. Com certo exagero, o momento virtuoso foi batizado de Nova Economia. Replicar o exemplo americano é vital para que consigamos, também nós, lidar com o desafio do pleno emprego. Estamos diante de uma oportunidade histórica de qualificar nossa mão de obra e pavimentar o crescimento dos próximos anos &#8211; ou de ver o bonde passar mais uma vez.</p>
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		<title>Valorização de trabalhadores beneficia famílias atendidas pela assistência social</title>
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		<pubDate>Tue, 12 Apr 2011 22:16:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Notícias]]></category>

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		<description><![CDATA[Durante encontro nacional em Brasília, profissionais que atuam na política pública discutem com especialistas o reconhecimento das categorias de nível superior no Suas. O debate sobre as categorias profissionais de nível superior que compõem o Sistema Único de Assistência Social &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/valorizacao-de-trabalhadores-beneficia-familias-atendidas-pela-assistencia-social/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Durante encontro nacional em Brasília, profissionais que atuam na política pública discutem com especialistas o reconhecimento das categorias de nível superior no Suas.</strong></p>
<p>O debate sobre as categorias profissionais de nível superior que compõem o Sistema Único de Assistência Social (Suas), na avaliação da secretária nacional de Assistência Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome (MDS), Denise Colin, deve incluir essencialmente a preocupação com a qualidade dos serviços socioassistenciais no Brasil. “O nosso esforço é para que a política da área supere a trajetória de clientelismo e de moeda de troca, a fim de que o atendimento a famílias e indivíduos seja de qualidade”, afirmou.</p>
<p>A secretária participou, nesta quarta-feira (30), da mesa de abertura do Encontro Nacional dos Trabalhadores do Suas, promovido pelo Conselho Nacional de Assistência Social (CNAS) com apoio do MDS. Além de Denise Colin, o secretário executivo Rômulo Paes defendeu a necessidade de formar profissionais com maior capacidade imediata de intervenção no Suas. “Para garantir a qualidade dos serviços, é preciso diversificar a formação dos trabalhadores e ampliar conhecimentos para atender exigências do sistema”, disse.</p>
<p>O Suas é um sistema público que organiza, de forma descentralizada, os serviços de assistência social em todo o País. Como modelo de gestão participativa, articula os esforços e recursos dos três níveis de governo para a execução e o financiamento da política pública da área, envolvendo diretamente as estruturas e marcos regulatórios nacionais, estaduais, municipais e do Distrito Federal. Mais de 99% dos municípios brasileiros estão habilitados em um dos níveis de gestão do Suas.</p>
<p><strong>Consensos &#8211; </strong>“Esperamos que o MDS e o CNAS sejam parceiros nesta caminhada e que possamos instaurar uma mesa de negociação”, declarou a presidenta da Federação Nacional dos Assistentes Sociais, Margareth Alves Dallaruvera. Colaborar com o MDS e o CNAS também é a proposta da presidenta da Federação dos Psicólogos de São Paulo, Fernanda Lou Sans Magamo. “Queremos produzir consensos e este é um encontro reflexivo”, afirmou.</p>
<p>Também participaram da mesa de abertura o presidente do CNAS, Carlos Eduardo Ferrari; os presidentes do Fórum Nacional de Secretários de Estado de Assistência Social (Fonseas), Arlete Sampaio, e do Fórum Nacional dos Conselhos Estaduais de Assistência Social (Fonaceas), Manoel Bezerra Neto; as representantes do Fórum Nacional dos Trabalhadores do Suas, Fernanda Lou Sans Magno, e do Fórum Nacional de Assistência Social (FNAS), Iolete Ribeiro.</p>
<p><strong>Brasil vai coordenar trabalhos na área social sul-americana</strong></p>
<p>O Brasil vai coordenar grupos de trabalhos técnicos na área social entre os países que compõem a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). A decisão foi anunciada no dia 30, no encontro de cooperação entre países do continente, em Georgetown, na Guiana. No evento, os representantes das federações da Unasul propuseram a criação de três grupos temáticos: segurança alimentar e nutricional, redes de proteção social e economia social para compartilhar experiências e entender mecanismos usados por cada país.</p>
<p>“O Brasil tem a responsabilidade de apresentar, em 90 dias, proposta das ações e cronograma para cada grupo”, explicou o secretário executivo adjunto do MDS, Marcelo Cardona, que participou do encontro. A reunião, que terminou no dia 31, teve participação de delegações da Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela.</p>
<p><strong>Avanços sociais –</strong> A ministra Terez a Campello se encontrou, no dia 29, em Brasília, com a representante do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) no Brasil, Marie-Pierre Poirier, que apresentou à titular do MDS as ações do Unicef na redução das desigualdades, principalmente no que diz respeito ao direito das crianças e adolescentes.</p>
<p>Em outra iniciativa de intercâmbio internacional, o secretário executivo da Câmara Interministerial de Segurança Alimentar e Nutricional (Caisan), Onaur Ruano, participou, esta semana (28/3 a 1º/4), em Lima, no Peru, de workshop sobre a descentralização dos programas sociais do Peru. Foi a quarta e última atividade do projeto de cooperação dos dois governos. Projeto e viagem patrocinados pela Agência Brasileira de Cooperação (ABC).</p>
<p><strong>Novo prazo para prestart contas de recursos do IGD</strong></p>
<p>O MDS prorrogou o prazo para a prestação de contas sobre a aplicação dos recursos do Índice de Gestão Descentralizada Municipal (IGD-M), que terminaria nesta quinta-feira (31). Com a ampliação, os gestores do Fundo Municipal de Assistência Social têm até 29 de abril para lançar a informação sobre a comprovação de gastos do IGD-M, referente ao exercício de 2009, no aplicativo do Suasweb (um dos sistemas de gestão do ministério) e o Conselho Municipal de Assistência Social tem até 31 de maio para análise das contas.</p>
<p>O não atendimento dos prazos implicará suspensão do pagamento do IGD-M de maio e de junho. Após essas datas, o sistema permanecerá aberto, mas o município só voltará a receber recursos quando as contas tiverem sido apresentadas e aprovadas. O MDS decidiu prorrogar o prazo por se tratar de uma ação nova e para não prejudicar a gestão do Programa Bolsa Família nos municípios. Orienta, no entanto, para que os técnicos não deixem a prestação de contas para os últimos dias.</p>
<p>Caso o conselho não aprecie, rejeite ou aprove apenas parcialmente as contas, o município ficará impedido de receber os recursos do IGD-M a partir de junho de 2011 e só voltará a recebê-los quando as pendências tiverem sido resolvidas. Essa suspensão não prejudica as 12,9 milhões de famílias atendidas pelo programa. Os beneficiários continuam sacando os valores normalmente nas datas previstas no calendário anual de pagamento.</p>
<p>A aprovação do uso dos recursos do indicador pelo Conselho Municipal de Assistência Social tornou-se obrigatória para as prefeituras receberem o repasse do MDS em 2011. O montante mensal – que se aproxima de R$ 24 milhões – destina-se às ações administrativas do Programa Bolsa Família. Essa determinação, prevista na Portaria nº 754, começa a valer para a prestação de contas dos recursos do IGD-M executados em 2009.</p>
<p><strong>MDS recebe projetos de bancos de alimentos, restaurantes e cozinhas</strong></p>
<p>Estados e municípios têm até 13 de abril para apresentar propostas ao edital do MDS de apoio à abertura de Restaurantes Populares. O MDS destinará R$ 11 milhões ao programa em 2011. Podem participar municípios acima de 100 mil habitantes. Serão liberados recursos de até R$ 1,8 milhão para a criação de restaurante e de R$ 100 mil para modernização de unidades existentes.</p>
<p>O prazo para que cidades e estados concorram aos editais para abertura de Bancos de Alimentos e Cozinhas Comunitárias foi prorrogado para 4 de maio. Os recursos para implantação dessas unidades são de R$ 4,5 milhões para Bancos de Alimentos e R$ 14,6 milhões para Cozinhas Comunitárias.</p>
<p>Neste ano, o edital de Cozinhas Comunitárias se direciona aos municípios selecionados para os projetos Praças do PAC ou Creches ProInfância, do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Já o de Bancos de Alimentos vai priorizar cidades que operem o Programa de Aquisiçã o de Alimentos (PAA) e o mínimo de 30% dos recursos do FNDE para aquisição de gêneros alimentícios oriundos da agricultura familiar, em cumprimento à Lei nº 11.497/2009, do Programa Nacional de Alimentação de Escolar.</p>
<p>O financiamento se destinará à construção do prédio e à aquisição de equipamentos, móveis e utensílios, para incentivar, além do fornecimento de refeições, formação e qualificação profissional na área de alimentação para beneficiários do Cadastro Único. A manutenção e a gestão desses equipamentos serão de responsabilidade das prefeituras ou governos estaduais.</p>
<p>Seleção de propostas, que devem ser enviadas por meio do Sistema de Gestão de Convênios e Contratos de Repasse (Siconv) do Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão, vão priorizar criação de equipamentos em áreas com maior concentração de população em situação de pobreza e extrema pobreza e o incentivo à formação e qualificação profissional das famílias inscritas no Cadastro Único.</p>
<p><strong>Cidades do Sul abrem cozinhas comunitárias apoiadas pelo MDS</strong></p>
<p>Moradores do município gaúcho de Santa Cruz do Sul podem almoçar gratuitamente, desde o dia 29, na quarta Cozinha Comunitária inaugurada na cidade. Numa área de mais de 218 metros quadrados, são servidas 200 refeições de segunda a sexta-feira para a população cadastrada pelo Centro de Referência de Assistência Social (Cras). A unidade recebeu recursos de R$ 300 mil do MDS para a construção do prédio e a compra de equipamentos permanentes, móveis e utensílios, além de assessoria técnica aos gestores. A contrapartida do município foi de R$ 127,1 mil.  A responsável pela gestão da unidade é a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social, que arcará com o custo médio por refeição de R$ 1,96. Esta é a 29ª Cozinha Comunitária inaugurada no Rio Grande do Sul com recursos do MDS. Mais de 5 mil refeições são servidas diariamente para a população de baixa renda.  <strong>Centenário do Sul –</strong> Café, leite, pão com margarina e fruta ou bolo ou suco. Esse é o cardápio do café da manhã servido, desde o dia 25, na Cozinha Comunitária inaugurada no município paranaense de Centenário do Sul. A unidade, que funciona de segunda a sexta-feira, das 6h às 8h, atende, principalmente, trabalhadores rurais.   Inicialmente, a refeição é gratuita, mas, após estudo da viabilidade e dos custos, será cobrado do usuário um valor acessível. Parte da refeição será custeada pela prefeitura, que é gestora da unidade. O município foi contemplado por meio de edital público e recebeu do MDS R$ 95 mil para abertura da unidade. A contrapartida do município foi de R$ 31,9 mil.</p>
<p>Após 13h, o espaço será destinado a cursos de formação e qualificação profissional na área de alimentação, nutrição e gastronomia para a comunidade. O Paraná já abriu 134 Cozinhas Comunitárias com o apoio do MDS. As unidades servem cerca de 26 mil refeições por dia.  Até o final de 2010, o ministério apoiou a construção de 659 cozinhas em 22 estados, das quais 412 estão em funcionamento, servindo 87 mil refeições diárias.</p>
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<p>EXPEDIENTE</p>
<p>Publicação da Assessoria de Comunicação Social do Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome<br />
Coordenador de Comunicação Social: Renato Hoffmann<br />
Jornalista responsável: João Mendes &#8211; 5.323 MG<br />
Edição: Rodrigo Farhat – 4.139 MG<br />
Revisão: Clara Arreguy<br />
Colaboraram nesta edição: Adriana Scorza, André Carvalho, Aline Menezes, Anelise Borges, Rogéria de Paula, Rafael Ely, Raphael Rocha, Roseli Garcia e Wellington Oliveira</p>
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		<title>Certificação de Pregoeiro</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Apr 2011 19:00:55 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Escola Satélite</dc:creator>
				<category><![CDATA[Geral]]></category>

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		<description><![CDATA[Licitação e Contratos Administrativos Objetivos Atender às demandas de formação de órgãos e entidades das administrações públicas estaduais e municipais a respeito de temas relevantes e atuais sobre Licitações e Contratos Administrativos, certificando oficialmente agentes públicos e interessados na área. &#8230; <a href="http://escolasatelite.com.br/licitacao/">Continue lendo <span class="meta-nav">&#8594;</span></a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-size: 20px; font-weight: bold;">Licitação e Contratos Administrativos</span></p>
<h3><strong>Objetivos</strong></h3>
<p><strong> </strong>Atender às demandas de formação de órgãos e entidades das administrações públicas estaduais e municipais a respeito de temas relevantes e atuais sobre Licitações e Contratos Administrativos, certificando oficialmente agentes públicos e interessados na área.</p>
<h3><strong>Coordenação</strong></h3>
<p><strong> Prof. Dr. Luciano Ferraz</strong></p>
<p>Professor da Universidade Federal de Minas Gerais. Exerceu os cargos de Controlador Geral do  Município de Belo Horizonte. Assessor Jurídico do Tribunal de Contas do Estado de Minas Gerais.  Procurador Chefe da Advocacia Geral da União junto à UFMG. É autor da obra Licitações: estudos e práticas e co-autor da obra Pregão Presencial e Eletrônico.</p>
<h3><span style="font-size: 15px; font-weight: bold;"><strong>Carga horária</strong></span></h3>
<p>54h/aula, distribuídas em 06 módulos, num total de 18 encontros com 03h/aula cada.</p>
<h3><strong>Público alvo</strong></h3>
<p>Prefeituras, Administrações Públicas, Câmaras Municipais.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline;"> </span></strong></p>
<h3><strong>Módulos</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>1. Licitações – Parte Geral (04 aulas)</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ementa: </strong>Licitações: Fundamentos constitucionais e legais. Princípios gerais das licitações públicas. Obras, serviços, compras e alienações: peculiaridades. Modalidades e procedimentos: concorrência, tomada de preços, convite, concurso e leilão. Fases: interna e externa. Habilitação. Julgamento. Recursos. Controles do processo licitatório: social, judicial e pelos Tribunais de Contas. Atualidades e tendências em licitações. Perspectivas de alteração legislativa. Aquisições sustentáveis e Administração Pública.</p>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Fundamentos das licitações. Compras Governamentais. Diretrizes gerais do procedimento licitatório: igualdade, razoabilidade, eficiência, moralidade. Função regulatória da licitação. Licitações e proteção da indústria nacional. Normas gerais e específicas: análise do art. 22, XXVII, da Constituição Federal. Órgãos e entidades administrativas submetidas ao processo licitatório. Licitações e Terceiro Setor. Registros Cadastrais. Análise da Jurisprudência.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: Tipos de procedimento licitatório: concorrência, tomada de preços e convite, concurso e leilão. Pregão e Consulta. Características e peculiaridades. Visão dos Tribunais de Contas.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 03:</em></strong><em> Procedimento licitatório: fases.  A decisão e contratar e sua relação com a gestão financeira: fase interna. Edital de Licitação: problemas recorrentes. A habilitação e seus elementos. Tipos de licitação: menor preço, técnica e preço, melhor técnica. Homologação e Adjudicação. Recursos. O “direito ao contrato” decorrente da licitação e a discricionariedade do Poder Público.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 04</em></strong><em>: Licitações para obras, serviços, compras e alienações: peculiaridades nas fases interna e externa. Licitações para serviços de publicidade. Melhores práticas. Noção de compra sustentável. Economias de escala. Tendências: o anteprojeto da Lei de Contratações Públicas. </em><em>Controles sobre o processo licitatório. Ações preventiva e repressiva. Controle interno e autotutela. O papel das auditorias e controladorias internas. Controle judicial: limites e possibilidades. Controle pelo Tribunal de Contas: fundamentos e instrumentos. Controle social: direito de petição, mandado de segurança, ação civil pública e ação popular. Eficácia dos instrumentos. O papel do Ministério Público. Responsabilidade do gestor público.</em></p>
<h3><strong>2. Pregão Presencial e Eletrônico (03 aulas)</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ementa:</strong> O pregão na perspectiva da administração pública brasileira. Forma presencial e eletrônica. Temas polêmicos. Os limites dos Estados e Municípios no seu papel de regular o procedimento do pregão. Análise de casos concretos e jurisprudência.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Pregão: histórico e fundamentos. Modalidades presencial e eletrônica. Aplicabilidade. Noção de bens e serviços comuns. Procedimento do pregão. Procedimento do pregão: pregoeiro, concentração processual, julgamento, negociação da proposta. Habilitação, recursos, adjudicação e homologação. Saneamento de falhas.</em></p>
<p><strong><em> </em></strong></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: Peculiaridades do pregão eletrônico. Aplicabilidade da Lei 10.520/02 a Estados e Municípios: avaliação da competência legislativa suplementar. Análise do pregão à luz do Decreto nº 3.555/00. Estudo de casos. </em></p>
<p><em><strong>Aula 03:</strong> Análise da jurisprudência, com enfoque para as Cortes de Contas.</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>3. Dispensa e inexigibilidade de licitação &#8211; Contratação Direta (03 aulas)</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ementa: </strong>Fundamentos da contratação direta e pressupostos da licitação. Licitação dispensável, inexigível e dispensada. Procedimento para contratação. Análise dos arts. 24 e 25 da Lei nº 8.666/93. Papel dos órgãos de controle interno e externo na avaliação das contratações sem procedimento licitatório.</p>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Hipóteses de contratação direta. Licitação dispensada, dispensável e inexigível: distinções. Responsabilidade do gestor pública nas hipóteses de contratação sem licitação. A licitação dispensada e as hipóteses do art. 17 da Lei 8.666/93. Alienação de bens móveis e imóveis da Administração.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: Licitação dispensável. Análise das hipóteses contidas no art. 24 da Lei nº 8.666/93. Procedimento. Jurisprudência.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 03:</em></strong><em> Inexigibilidade de licitação. Estudo das hipóteses legais e supralegais. Avaliação da jurisprudência.</em></p>
<h3><strong>4. Registro de preços (02 aulas)</strong></h3>
<div><strong>Ementa: </strong>O Sistema de Registro de Preços: embasamento legal e constitucional. Vantagens e desvantagens do Registro de Preços. Temas polêmicos: utilização em serviços de natureza contínua, utilização em obras e serviços de engenharia, “carona”. Natureza e importância da ata de Registro de Preços. Equilíbrio econômico-financeiro. Limites e possibilidades para regulamentação do Registro de Preços nos âmbitos estadual e municipal.</div>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Registro de Preços: conceito, histórico e fundamento normativo. Vantagens e desvantagens no uso do registro de preços. O uso do Sistema de Registro de Preços: faculdade ou obrigação do administrador? Fracionamento de serviços e produtos. Regulamentação federal sobre o tema. Normativos periféricos: semelhanças e diferenças. Aspectos da licitação para o registro de preços.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: Conceitos fundamentais: órgão participante, órgão gerenciador e ata de registro de preços. Natureza jurídica da Ata de Registro de Preços. Execução contratual decorrente de RP. A figura do “carona” e as posições a respeito de sua legitimidade. A revisão dos preços na Ata de RP. Análise da jurisprudência.</em></p>
<p><em> </em></p>
<h3><strong>5. Participação de micro e pequenas empresas em licitações (02 aulas)</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ementa: </strong>Aquisições públicas envolvendo microempresas e empresas de pequena porte (ME e EPP): o papel da Lei Complementar nº 123/06. Benefícios: empate ficto, prazos diferenciados para comprovação de regularidade fiscal. O papel das regulamentações locais a respeito do tema. Temas polêmicos: comprovação da condição de ME e EPP, subcontratações e contratações diretas. Jurisprudência dos Tribunais de Contas da União, dos Estados e dos Municípios.</p>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Visão geral do Estatuto das Microempresas e seu impacto nas licitações. Âmbito de incidência da LC 123/06. Julgamento das propostas: empate ficto e desempate. Desempate no pregão e nas demais modalidades licitatórias.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: O problema da habilitação das ME e EPP. Convocação de licitantes remanescentes. Cédula de crédito microempresarial. Contratações diferenciadas e simplicadas. Análise do Decreto Federal  6.204/07 e normativos estaduais e municipais. Jurisprudência.</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3><strong>6. Contratos Administrativos (04 aulas)</strong></h3>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>Ementa:</strong> Conceito de contrato e contrato administrativo. Tipos de contratos administrativos. Convênio e contrato. Elementos essenciais aos contratos administrativos. Cláusulas exorbitantes. Equilíbrio econômico-financeiro: reajuste, repactuação. Aditamentos e apostilas. Contrato administrativo e execução orçamentária: o papel do ordenador de despesas.  Extinção do contrato administrativo: causas. Resolução de controvérsias envolvendo contratos administrativos. Sanções decorrentes da legislação. Novas tendências sobre contratos públicos: níveis de serviço, remuneração variável e arbitragem.</p>
<p><strong><em>Aula 01</em></strong><em>: Noção de contrato. Negócio jurídico administrativo. Contratos administrativos e figuras congêneres: normas gerais. Convênios: peculiaridades quanto ao regime jurídico. Contratos de direito privado da administração. Validade e eficácia dos contratos administrativos: requisitos. Cláusulas exorbitantes.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 02</em></strong><em>: Elaboração do contrato administrativo. Requisitos formais e cláusulas obrigatórias. Publicidade.  Convocação do adjudicatário. Garantia contratual. Vigência. Execução do contrato administrativo: o papel do gestor contratual.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 03:</em></strong><em> Modificações no contrato administrativo: cabimento e hipóteses. Limites quantitativos e qualitativos. Equilíbrio econômico financeiro: revisão, reajuste e repactuação dos contratos. Aditamentos contratuais.</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong><em>Aula 04: </em></strong><em>Extinção do contrato administrativo: hipóteses. Rescisão contratual. O regime das responsabilidades contratuais. Sanções administrativas. Procedimentos. Jurisprudência sobre a matéria.</em></p>
<h3>Informações básicas:</h3>
<p>- Período: agosto a dezembro de 2011 – 5 meses</p>
<p>- Horário: 14:00 as 17:00</p>
<p>- Dia: segunda-feira</p>
<p>- Valor: R$ 6.750,00 certificando até 4 profissionais por órgão contratante.</p>
<p>- Valor unitário certificação extra: R$ 500,00.</p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<h3>Inscrições</h3>
<p>Pelo email secreteria@escolasatelite.com.br ou pelo telefone (31) 3281-4666</p>
<h3>Tire suas dúvidas</h3>
<p>Pelo email secretaria@escolasatelite.com.br ou pelo telefone (31) 3281-4666</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Seja um Polo</title>
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		<pubDate>Tue, 15 Mar 2011 14:53:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>suporte@zazo.com.br</dc:creator>
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<p>telefone (31) 3285-3009</p>

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